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Oi, tudo bem? Aqui quem fala é a Mika. O Capítulo Treze é um lugarzinho bem especial pra quem é apaixonado por livros, filmes e todo esse universo geek. Aqui a gente compartilha nosso carinho pelos autores, comentamos sobre as histórias, divulgamos lançamentos e dividimos muitas opiniões. Esperemos que vocês gostem!
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Casados por obrigação, separados por orgulho - Bibi Santos | Resenha

março 22, 2019

Gisela Albuquerque sempre teve tudo que o dinheiro poderia comprar menos o amor de seu marido Frederico Soares, um alemão de sangue quente, rico e muito poderoso.Numa fatídica noite Gisela encontra seu marido nos braços de outra, ela então tem duas opções: Se calar e continuar seu casamento ou exigir sua liberdade e partir.
Em um jogo de sedução, intrigas e segredos, Fred terá que reconquistar o amor de sua esposa e provar que é digno de sua confiança.
Será Gisela capaz de perdoar todas as traições e se entregar ao amor da sua vida? Fred será capaz de se entregar ao amor e lutar pela mulher da sua vida?
Eles casaram por obrigação, mas estão separados por orgulho.
Romance | 249 páginas | Editora Independente 

Gisela Albuquerque e Frederico Soares cresceram sabendo que no futuro iriam se casar. Ambos os pais do casal selaram suas vidas para que o império que ambas as famílias tem continuasse entre eles. Gisela aprendeu a ser a esposa troféu, dar jantares e acompanhar seu marido a todo tipo de evento.

O problema é que o casamento com Fred não passa de uma farsa.  Ela sempre fora apaixonada por ele e imaginou que depois que se casassem conseguiria tudo aquilo que um dia sonhou: uma família. Mas para Fred as coisas não são exatamente assim. Ele casou por obrigação e sempre viu Gi como uma irmã. Por isso os cinco anos que foram casados foram repletos de traição por parte dele e muita mágoa por parte dela.

A gota d’água acontece depois que Gi encontra Fred na cama com mais uma de suas amantes. Cansada de ser constantemente humilhada, ela pede o divórcio. Só que Fred não vai deixá-la ir embora de sua vida tão facilmente assim. Ele não consegue enxergar que a situação entre eles chegou ao ápice e fará de tudo para tirar essa ideia louca da cabeça da esposa.

Não conseguindo o divórcio, ela acaba tomando uma atitude radical e desaparece por dois anos. Nesse meio tempo, a garota doce e permissiva deu lugar a uma mulher mais forte, mais humilde e ansiosa por sua liberdade.

Por obra do acaso, Fred consegue encontrá-la e volta com tudo para sua vida. Ele está mais do que disposto a reconquistar a mulher que um dia jurou amar e respeitar, mas Gi não se deixará domar facilmente. Eles casaram por obrigação, mas foram separados pelo orgulho. Será que conseguirão reerguer uma relação que já estava fadada a não dar certo?

Casados por obrigação é um livro nacional que foi indicado pela Leninha lá no blog dela. Como estou de ressaca literária, eu resolvi embarcar nessa leitura e não me arrependi. Li o livro basicamente em um dia e me diverti muito com esse casal, apesar de ter revirado os olhos em boa parte da obra e ter me decepcionado com alguns erros.

O que me chateia nos livros nacionais é que muitas autoras tem ideias incríveis de enredo mas que não conseguem executá-las muito bem. A impressão que eu tive foi que a autora teve a ideia pra escrever a obra, que é bem legal por sinal, mas correu pra colocá-la no papel e com isso deixou muita coisa a desejar por parte de desenvolvimento, coesão e revisão da obra. O que é um erro que a gente não pode deixar de citar. Uma coisa é o enredo não dar certo, os argumentos não funcionarem e não convencerem o leitor, mas erros de revisão e de coesão são tão banais, e podem facilmente ser resolvidos que geralmente a gente não espera que se aconteça. Faltou uma preocupação maior na hora de revisar a história. Vi muitos erros de ortografia e pontuação e algumas ideias ficaram embaçadas por causa disso.

Outra coisa que não ajudou muito foi a personalidade dos personagens. Eu entendo que a situação entre eles era muito complicada, mas enquanto Gisela queria se mostrar uma mulher forte e decidida, ela conseguia cair muito rápido no papo do marido, e com isso deixava pra trás todos os argumentos que ela tinha pra não ficar com ele. Nesse tipo de livro eu torço muito para o casal se reconciliar e ficar junto, mas teve momentos que eu achei que a personagem poderia ter dado um freio maior nas intenções do marido. Assim ficaria mais plausível essa reconciliação entre eles.

Além disso, no início do livro o Fred se mostra um personagem muito bruto, arrogante e nervoso. Ele tem tantos ataques de fúria no começo da obra que eu achei que ele fosse acabar batendo na Gisela, por causa dessa raiva incontrolável que ele tem. Fora isso ele é muito possessivo. Vejamos: se você é um marido negligente que trai sua esposa, que crédito você tem pra ficar querendo mandar nela ou pra ficar desconfiado de suas atitudes? Fred é um cara completamente errado que consegue ainda se sentir ofendido por algumas atitudes da esposa que ao meu ver, ele não teria direito de opinar. 

Tá, mas não é só de coisas ruins que se tem na obra. Eu gostei muito do enredo, como comentei acima, e acredito que se não tivesse os problemas no desenvolvimento, seria uma história encantadora para qualquer um. Além disso, do meio para o fim, que é quando o casal enfim amadurece e resolve dar uma chance ao que eles tem, foi que eu senti que a autora foi acertando com o enredo. Lógico que tinha coisas que ela facilmente colocava lá e resolvia, mas eu gostei muito dos caminhos que a obra tomou.

Fred e Gisela conseguem se mostrar personagens interessantes depois que acabam se desenvolvendo melhor. A fúria e a arrogância que o personagem trazia no início não aparece mais, apesar de sua possessividade ainda dar as caras. Gisela consegue ser mais firme e menos bobinha em algumas situações. Ambos começam a se tornar melhores e foi o que me cativou na obra. Eles vão conseguindo construir uma relação saudável e mais participativa, menos com autoridade e etc.

Isso não apaga todas as falhas do início do livro, mas conseguiu fazer com que minha experiência no final fosse bem melhor. Então, resumindo tudo: eu achei o enredo muito legal porque eu adoro história desse tipo, mas a autora se mostrou um pouco amadora no desenvolvimento, o que acabou atrapalhando a obra no todo. Fora isso, as personalidades dos personagens não são tão envolventes no começo, coisa que a autora consegue reverter no meio da narrativa.

É um livro pra quem gosta de histórias legais e que não se importam tanto com o que eu citei acima. Quem for com a mente aberta pra esses erros, vai adorar o enredo de toda forma e não vai se decepcionar.
POSTADO POR MIRIÃ MIKAELY

Gisela Albuquerque sempre teve tudo que o dinheiro poderia comprar menos o amor de seu marido Frederico Soares, um alemão de sangue quente, rico e muito poderoso.Numa fatídica noite Gisela encontra seu marido nos braços de outra, ela então tem duas opções: Se calar e continuar seu casamento ou exigir sua liberdade e partir.
Em um jogo de sedução, intrigas e segredos, Fred terá que reconquistar o amor de sua esposa e provar que é digno de sua confiança.
Será Gisela capaz de perdoar todas as traições e se entregar ao amor da sua vida? Fred será capaz de se entregar ao amor e lutar pela mulher da sua vida?
Eles casaram por obrigação, mas estão separados por orgulho.
Romance | 249 páginas | Editora Independente 

Gisela Albuquerque e Frederico Soares cresceram sabendo que no futuro iriam se casar. Ambos os pais do casal selaram suas vidas para que o império que ambas as famílias tem continuasse entre eles. Gisela aprendeu a ser a esposa troféu, dar jantares e acompanhar seu marido a todo tipo de evento.

O problema é que o casamento com Fred não passa de uma farsa.  Ela sempre fora apaixonada por ele e imaginou que depois que se casassem conseguiria tudo aquilo que um dia sonhou: uma família. Mas para Fred as coisas não são exatamente assim. Ele casou por obrigação e sempre viu Gi como uma irmã. Por isso os cinco anos que foram casados foram repletos de traição por parte dele e muita mágoa por parte dela.

A gota d’água acontece depois que Gi encontra Fred na cama com mais uma de suas amantes. Cansada de ser constantemente humilhada, ela pede o divórcio. Só que Fred não vai deixá-la ir embora de sua vida tão facilmente assim. Ele não consegue enxergar que a situação entre eles chegou ao ápice e fará de tudo para tirar essa ideia louca da cabeça da esposa.

Não conseguindo o divórcio, ela acaba tomando uma atitude radical e desaparece por dois anos. Nesse meio tempo, a garota doce e permissiva deu lugar a uma mulher mais forte, mais humilde e ansiosa por sua liberdade.

Por obra do acaso, Fred consegue encontrá-la e volta com tudo para sua vida. Ele está mais do que disposto a reconquistar a mulher que um dia jurou amar e respeitar, mas Gi não se deixará domar facilmente. Eles casaram por obrigação, mas foram separados pelo orgulho. Será que conseguirão reerguer uma relação que já estava fadada a não dar certo?

Casados por obrigação é um livro nacional que foi indicado pela Leninha lá no blog dela. Como estou de ressaca literária, eu resolvi embarcar nessa leitura e não me arrependi. Li o livro basicamente em um dia e me diverti muito com esse casal, apesar de ter revirado os olhos em boa parte da obra e ter me decepcionado com alguns erros.

O que me chateia nos livros nacionais é que muitas autoras tem ideias incríveis de enredo mas que não conseguem executá-las muito bem. A impressão que eu tive foi que a autora teve a ideia pra escrever a obra, que é bem legal por sinal, mas correu pra colocá-la no papel e com isso deixou muita coisa a desejar por parte de desenvolvimento, coesão e revisão da obra. O que é um erro que a gente não pode deixar de citar. Uma coisa é o enredo não dar certo, os argumentos não funcionarem e não convencerem o leitor, mas erros de revisão e de coesão são tão banais, e podem facilmente ser resolvidos que geralmente a gente não espera que se aconteça. Faltou uma preocupação maior na hora de revisar a história. Vi muitos erros de ortografia e pontuação e algumas ideias ficaram embaçadas por causa disso.

Outra coisa que não ajudou muito foi a personalidade dos personagens. Eu entendo que a situação entre eles era muito complicada, mas enquanto Gisela queria se mostrar uma mulher forte e decidida, ela conseguia cair muito rápido no papo do marido, e com isso deixava pra trás todos os argumentos que ela tinha pra não ficar com ele. Nesse tipo de livro eu torço muito para o casal se reconciliar e ficar junto, mas teve momentos que eu achei que a personagem poderia ter dado um freio maior nas intenções do marido. Assim ficaria mais plausível essa reconciliação entre eles.

Além disso, no início do livro o Fred se mostra um personagem muito bruto, arrogante e nervoso. Ele tem tantos ataques de fúria no começo da obra que eu achei que ele fosse acabar batendo na Gisela, por causa dessa raiva incontrolável que ele tem. Fora isso ele é muito possessivo. Vejamos: se você é um marido negligente que trai sua esposa, que crédito você tem pra ficar querendo mandar nela ou pra ficar desconfiado de suas atitudes? Fred é um cara completamente errado que consegue ainda se sentir ofendido por algumas atitudes da esposa que ao meu ver, ele não teria direito de opinar. 

Tá, mas não é só de coisas ruins que se tem na obra. Eu gostei muito do enredo, como comentei acima, e acredito que se não tivesse os problemas no desenvolvimento, seria uma história encantadora para qualquer um. Além disso, do meio para o fim, que é quando o casal enfim amadurece e resolve dar uma chance ao que eles tem, foi que eu senti que a autora foi acertando com o enredo. Lógico que tinha coisas que ela facilmente colocava lá e resolvia, mas eu gostei muito dos caminhos que a obra tomou.

Fred e Gisela conseguem se mostrar personagens interessantes depois que acabam se desenvolvendo melhor. A fúria e a arrogância que o personagem trazia no início não aparece mais, apesar de sua possessividade ainda dar as caras. Gisela consegue ser mais firme e menos bobinha em algumas situações. Ambos começam a se tornar melhores e foi o que me cativou na obra. Eles vão conseguindo construir uma relação saudável e mais participativa, menos com autoridade e etc.

Isso não apaga todas as falhas do início do livro, mas conseguiu fazer com que minha experiência no final fosse bem melhor. Então, resumindo tudo: eu achei o enredo muito legal porque eu adoro história desse tipo, mas a autora se mostrou um pouco amadora no desenvolvimento, o que acabou atrapalhando a obra no todo. Fora isso, as personalidades dos personagens não são tão envolventes no começo, coisa que a autora consegue reverter no meio da narrativa.

É um livro pra quem gosta de histórias legais e que não se importam tanto com o que eu citei acima. Quem for com a mente aberta pra esses erros, vai adorar o enredo de toda forma e não vai se decepcionar.
POSTADO POR MIRIÃ MIKAELY

James Canning nunca descobriu como perdeu seu melhor e mais próximo amigo.
Quatro anos atrás, seu tatuado, destemido e impulsivo companheiro desde a infância simplesmente cortou contato.
O maior arrependimento de Ryan Wesley é ter convencido seu amigo extremamente hétero a participar de uma aposta que testou os limites da amizade deles.
Agora, prestes a se enfrentarem nos times de hóquei da faculdade, ele finalmente terá a oportunidade de se desculpar. Mas, só de olhar para o seu antigo crush, Wes percebe que ainda não conseguiu superar sua paixão adolescente.
Jamie esperou bastante tempo pelas respostas sobre o que aconteceu com seu relacionamento com Wes, mas, ao se reencontrarem, surgem ainda mais dúvidas.
Uma noite de sexo pode estragar uma amizade? Essa e outras questões sobre si mesmos vão ter que ser respondidas quando Wesley e Jamie se veem como treinadores no mesmo acampamento de hóquei.
 Romance LGBT | 256 Páginas | Editora Paralela

Ryan é um jogador de hóquei assumido gay, mas nem todos sabem de sua sexualidade, que sonha em se tornar profissional e vê em sua vida várias oportunidades para realizar tal sonho. Para ele, é inevitável pensar no acampamento de verão onde passou muitos anos ao lado de seu melhor amigo, James, praticando o esporte que descobriu amar com todas as forças.

Depois de um erro cometido naquele verão, Ryan simplesmente foi embora e James se pergunta até hoje o porquê de uma amizade tão sincera ter acabado, e se sente incapaz de compreender os motivos de Ryan simplesmente ter aberto mão deles.

Anos depois, no fim de uma importante temporada de jogos, os grandes ex-amigos serão rivais e precisarão se enfrentar na pista de gelo, como jogadores de times adversários. Para Ryan é impossível negar a atração — e paixão — que sente por James, e está disposto a retornar com a amizade entre ambos, mesmo que precise se contentar apenas com isso, já que seu ex-melhor amigo é hétero.

No romance "Ele" iremos encontrar muita emoção e muitos dilemas do dia a dia. Ao realizar a leitura do livro, senti ser uma história muito real e palpável mesmo não conhecendo o funcionamento do esporte. Sabemos da grande amizade desenvolvida por James e Ryan no acampamento quando adolescentes, porém o foco da narrativa (e lembranças) do acampamento é principalmente o que aconteceu entre os dois que levou ao fim da amizade e consequentemente, o que se passava na cabeça de Ryan para ele ir embora.

Há algumas partes quentes no livro, porém as mesmas não pesam em quantidade e também não se tornam desconfortável já que as autoras souberam guiar muito bem as cenas e a história do casal em si. Em continuidade desse assunto, o romance entre eles é muito gostoso de se acompanhar me fazendo torcer pelo casal desde o inicio.

Narrada em primeira pessoa e intercalado entre James e Ryan, conseguimos ver com clareza como eles se sentem, mas algo que me agradou muito e achei muito importante ter sido abordado foi a descoberta da sexualidade de James e como ele se sentia em relação a isso. É uma sensação "reconfortante" ver ele tentando entender o que está acontecendo consigo mesmo, já que muitas pessoas passam por isso, e quando ele assume para si mesmo é maravilhoso.As autoras trouxeram muitos detalhes e aspectos: a aceitação própria, aceitação familiar, a sociedade em si....

Outro tema abordado na trama é o preconceito contido na sociedade, com destaque para a profissão deles e como o preconceito pode por a mesma em risco. Para mim, mesmo não havido chorado, foi muito tocante ver James passar o preconceito pela primeira vez e também o despertar de uma grande empatia por Ryan, por estar exposto diretamente na realidade do mesmo e saber na pele o quanto lidar com o isso pode ser doloroso, principalmente no início.

Na verdade, todas as primeiras experiências de James que envolvem seu relacionamento com Ryan é lindo de acompanhar, sendo esse apenas uma parte das coisas contidas no livro que causam um quentinho no coração e, é claro, muitas emoções. Apesar de curto, senti que o livro contém um desenvolvimento da amizade, do relacionamento entre os personagens e os próprios muito bom, sem me deixar a desejar.

Tive o enorme prazer de conhecer a narrativa de ambas autoras, as quais não podemos perceber a diferença de escrita entre elas, dando a impressão de todo o livro ter sido escrito por apenas uma. Em questão dos personagens, os pontos de vistas são diferentes: cada personagem tem seu modo de falar, pensar, etc. Ambos pontos positivos para mim, porque ninguém merece mais de um ponto de vista diferente que parece ser apenas um personagem falando coisas diferentes.

Deixo dito aqui que terminei a leitura muito satisfeita com tudo que li, com  a história de Ryan e James que encheu meu rosto de sorrisos e meu coração de amor. Só acho uma pena esse livro não ter sido tão comentando porque eu amei cada pedacinho do mesmo!
POSTADO POR ALINE BECHI

Duas almas atormentadas unidas por uma grande paixão.A linda e encantadora Jasmine Greene nasceu para brilhar. Cantora nata, ela cresceu sabendo que tinha vindo ao mundo para ser famosa, pois sua mãe — uma artista frustrada que concentrava na filha todas as suas expectativas — não a deixava se esquecer disso um minuto sequer. A vida da jovem de 16 anos se resume a estúdios, aulas de dança e canto e a inúmeros testes para ser o grande nome da música pop. Ela não tem tempo nem de ir à escola, é educada em casa e sofre com a rotina atribulada.
Para Jasmine, o pior de tudo é não poder cantar soul, sua paixão.
Mas ela não reclama, porque, na verdade, seu maior sonho é fazer com que a mãe tenha orgulho dela. Elliott Adams é uma alma atormentada. Para ele, cada dia é uma batalha a ser vencida. O rapaz tímido, humilde e franzino sofre bullying na escola por causa de sua aparência e por ser gago. Mas ele é mais forte do que imagina e encontrou em seu saxofone uma válvula de escape. Tira todas as suas forças dos acordes de Duke Ellington, Charlie Parker e Ella Fitzgerald, seus maiores ídolos.
Quando Jasmine finalmente consegue a permissão da mãe para frequentar a escola pela primeira vez na vida, sente que ganhou na loteria. Adora estar cercada de pessoas da sua idade, que vivem os mesmos dilemas e questionamentos... ela só odeia ver o garoto mais encantador que já conheceu na vida sofrer na mão dos valentões e fará tudo o que estiver ao seu alcance para mostrar a Elliott que ele não está sozinho. Aos poucos, esses dois jovens sofredores irão descobrir que têm muito mais em comum do que o amor pela música. Mas será que vão superar as reviravoltas que o destino preparou para eles?
Romance | 346 páginas | Editora Record


Jasmine Greene é uma garota de dezesseis anos que sofre nas mãos da mãe que quer torná-la uma popstar a qualquer custo. A garota é apaixonada por soul, mas sua mãe quer que ela cante pop porque assim conseguirá o sucesso imediato que tanto almejou na adolescência e agora passou o sonho para a filha. Além dos incontáveis ensaios e testes, Jasmine ainda faz aulas de dança e de teatro porque sua mãe também deseja que ela seja uma artista completa. Apesar do constante cansaço, a garota sonha com o orgulho e a aprovação de sua mãe, por isso ela aceita tudo calada.

Em um desses rompantes em busca de sucesso, a garota vai parar em Nova Orleans, cidade do jazz. A vibração da cidade é constante e em um acordo, ela acaba conseguindo ir pela primeira vez a uma escola já que como sempre está se mudando, ela nunca conseguiu estudar fora de casa.

Na escola Jasmine logo se torna popular por ser uma garota bem bonita. Mas apesar disso, ela é muito simples e só quer aproveitar ao máximo a experiência de se estar cursando o ensino médio. O mesmo não acontece com Elliot Adams, um garoto franzino e bem estranho que constantemente sofre bullying pelos valentões do lugar.

Apesar da aparência magra e do jeito tímido que fica pior com as crises de gagueira do rapaz, Elliot é um amor de pessoa e se transforma completamente quando toca seu saxofone nas ruas da cidade. Totalmente preocupado com a família, ele é um garoto de ouro.

Mesmo sem conhecê-lo, Jasmine sente uma vontade enorme de proteger o garoto e assim ela acaba se aproximando. A amizade desses dois logo cresce, mas nem a popularidade de Jas consegue fazer com que Eli não sofra as consequências por ser considerado estranho e desajustado.

Logo quando tudo parece estar seguindo um caminho melhor na vida desses dois, a mãe de Jasmine tem um ataque e resolve levar a menina para Londres a procura de uma grande oportunidade. A garota vê seu mundo ruir quando precisa deixar Ray, o pai de consideração e ex-namorado da mãe, e Elliot para trás.

Seis anos se passam e depois de muita busca por aprovação da mãe, que por sinal ainda não conseguiu, Jasmie resolve enfim se libertar. Ela dá adeus a sua antiga vida e resolve voltar para Nova Orleans a procura de um novo começo e de um certo garoto que um dia deixou para trás. Mas ao invés de um garoto amável e magrinho, ela encontra um homem corpulento e bruto, fechado em si próprio. Uma grande tragédia aconteceu na vida de Elliot e ele afastou a todos por causa disso. Mas Jas não desistirá fácil e fará de tudo para trazer de volta alegria a vida do homem que um dia amou.

No ritmo do amor é mais um dos livros recentes da autora Brittainy. Eu comecei a obra tinha um tempo, dei uma pausa e quando voltei consegui terminá-la em um piscar de olhos. Apesar de muitas resenhas considerarem esse livro o melhor da autora, eu não acho que ele passe nem perto disso. Eu já li todos os livros lançados até agora da Brittainy e posso dizer com todas as letras que ela tem livros bem melhor, maaaaaas isso não quer dizer que essa obra é ruim. Pelo contrário, ela é bastante emocionante e vou eludir o que me fez gostar e o que me fez não gostar tanto assim.

Um ponto positivo são as emoções que a autora traz a vida de seus personagens. Tem algumas coisas que vão além do real, mas que conseguem trazer aquela carga de drama que a história pede. Eu me emocionei muito no final da obra, chorei horrores e posso dizer que a autora não mede palavras para nos arrasar.

O livro é divido em duas partes: a primeira quando Jas e Elliot tem 16 anos, e a segunda seis anos depois. Eu acho que meu problema foi não ter me conectado aos personagens na primeira parte. Eu entendia o que eles estavam passando mas achei que tudo acontecia muito rápido, não tinha tempo de assimilar algumas cenas e já vinham outras por cima. Além disso achei a primeira parte mais chatinha pois os personagens ainda estavam se apresentando e o que eu queria mesmo ver era o reencontro deles anos depois.

Só fui realmente me concentrar na obra depois da pausa que fiz e quando pulei para a segunda parte. Demorou um pouco mas enfim pude perceber a carga emocional que a autora tinha colocado ali e que merecia uma segunda chance da minha parte. Acabou que eu morri de chorar e gostei da obra, mas o começo lento e a falta de simpatia pelos personagens não me ajudou muito e refletiu na minha nota.

Não acho que esse livro tenha sido ruim, mas acredito que Arte & Alma e No Ritmo do Amor são os livros menos impactantes que a autora escreveu até agora. Ambos trazem drama como já é de se esperar da Brittainy, mas teve problemas na execução, algo que eu geralmente não estou esperando da autora.

Espero que as próximas leituras desse livro sejam melhores que a minha e que venham mais lançamentos da Brittainy porque apesar das falhas, ainda acho a escrita dela incrível. 
POSTADO POR MIRIÃ MIKAELY

Lady Pandora Ravenel é muito diferente das debutantes de sua idade. Enquanto a maioria delas não perde uma festa da temporada londrina e sonha encontrar um marido, Pandora prefere ficar em casa idealizando jogos de tabuleiro e planejando se tornar uma mulher independente.Mas certa noite, num baile deslumbrante, ela é flagrada numa situação muito comprometedora com um malicioso e lindo estranho.Gabriel, o lorde St. Vincent, passou anos conseguindo evitar o casamento, até ser conquistado por uma garota rebelde que não quer nada com ele. Só que ele acha Pandora irresistível e fará o que for preciso para possuí-la.Para alcançar seus objetivos, os dois fazem um acordo curioso, e entram em uma batalha de vontades divertida e sensual, como só Lisa Kleypas é capaz de criar.
Romance de época | 304 páginas | Editora Arqueiro

Lady Pandora Ravenel sempre foi uma garota diferente das outras. Vivendo reclusa sua vida toda com sua irmã gêmea Cassandra, ela sempre fora a mais travessa das duas, além de ser um espírito livre e bem humorada. 

Agora ambas estão em seu primeiro debut em Londres e para Pandora o pior que poderia acontecer seria arranjar um marido, principalmente porque a garota desenvolveu um jogo de tabuleiro e está pretendendo fabricá-lo. Ver se casada acabaria por passar toda a gestão de seu pequeno sonho para as mãos do marido, coisa que ela abominaria. 

Mas o inevitável acontece quando Pandora se mete em uma confusão em um baile e é socorrida por lorde Gabriel St. Vicent, que acaba tornando tudo pior quando ambos são surpreendidos por um dos anfitriões. Gabriel apesar de nunca ter imaginado que teria que se casar assim, acaba sendo um cavalheiro e pede a mão de Pandora que ela prontamente recusa. O homem fica chocado! Como uma moça consideraria recusar um dos melhores partidos para se casar de toda Londres?

Antes de tomar qualquer decisão, Gabriel convida Pandora e todos os Ravenels para passarem um tempo em Heron's Point para se conhecerem melhor. Nesse meio tempo, as primeiras impressões que ambos tem um do outro acabam caindo por terra e dão lugar a uma irresistível sedução.

Um acordo pecaminoso é o terceiro volume da série Os Ravenels e consegue fazer a mesma mágica que os outros. Lisa continua entregando personagens encantadores e uma narrativa maravilhosa. Desde o primeiro instante eu gostei muito de Pandora pois sua personalidade era notável e irreverente, e eu adorei isso nela. Logicamente a garota é uma mulher bem a frente do seu tempo que não entende o porque das mulheres terem os direitos tão inferiorizados em comparação com os homens. Seus questionamentos são bem interessantes, o que deixam Gabriel chocado e ao mesmo tempo surpreso com toda sua vivacidade.

Gabriel é filho de Sebastian St. Vicent, protagonista de Pecados no inverno, outro série da Lisa. Não acho que precisamos ler a outra série para conhecê-lo nessa, mas é sempre bom ler tudo na ordem. Assim como o pai, Gabriel é um jovem encantador que consegue cativar todos à sua volta. Ele tem sobre os ombos todas as responsabilidades de um futuro ducado por isso a escolha de sua esposa deveria ser condizente com sua posição social. Mas ao contrário disso, ele encontra Pandora, uma garota totalmente indomável e divertida, e desde o primeiro instante ele já se sente arrebatado.

O romance é construído ao longos das páginas e fica impossível não torcer pelo casal, ainda mais quando ambos são tão diferentes mas se complementam tanto. Eu amei essa dupla e seus momentos juntos que foram tão divertidos e cheios de sensualidade.

A autora já entrega um pouco do que vai acontecer no próximo volume da série e eu já não vejo a hora de conhecer mais sobre a Dra. Garret Gibson, a primeira médica mulher de toda a Inglaterra. Lisa Keyplas tem uma narrativa sarcástica  e instigante e isso não se perde aqui. Amo todos os seus livros mas acredito que Os Ravenels é uma das melhores séries que ela criou e eu espero que venham muito mais!
POSTADO POR MIRIÃ MIKAELY

A capa de um livro é fundamental para atrair o leitor até a história. Podemos até fingir que a gente não julga um livro pela capa, mas a gente julga sim até porque quem não ama um livro bonito na estante? Os romances de época usam isso a rodo. Eles entregam histórias que estão ganhando cada vez mais o gosto do público e colocam capas lindas, com belas mulheres em seus vestidos de época, que demonstram sensualidade e ao mesmo tempo recato. O leitor facilmente se encanta e nem lemos o livro ainda pra já sabermos que iremos adorar. 

Deus sabe bem que os romances de banca pecam muito nesse quesito, isso porque as capas são muito produzidas e fica tudo muito forçado, bem cara de romance medieval. Mas até mesmo os romances mais recentes conseguem cair nesse mal. E eu culpo diretamente as editoras que poderiam fazer um trabalho mil vezes melhor mas preferem deixar como estar. Então vamos falar dessas capas e analisá-las.

Começando por Esse Duque É Meu, o novo lançamento da Editora Arqueiro e se não me engano, o último da série da Eloisa James. O que podemos falar dessa capa?... é ÓBVIO que a editora quis seguir a linha de raciocínio das outras capas mas caramba, ficou muito feio! Eu não compraria esse livro nunca se não soubesse que se trata de um romance de época. Faltou mais dedicação e esse corpete preto no meio do nada não ficou nada legal.

O que mais me incomoda na capa de Uma Noiva para Winterborne é essa modelo de costas com essa roupa de casamento. Parece um fantasma se a pessoa tiver olhando rapidamente. Aonde esse povo tava com a cabeça que achou isso bonito? Tem muitas imagens de noivas mais bonitas que essa!

Eu não gosto muito dos livros da Nicole Jordan, mas podemos já perceber que o forte dos livros dela não são as capas. Entendo que reproduzir um livro com título Êxtase é muito difícil, mas para um romance de época acho que essa capa ficou muito vibe de livro erótico, não parece? Poderia ter sido melhor, apesar da capa não ser feia.

Deus sabe o quanto eu detestei essa capa! A proposta lembra um pouco a capa dos livros da Elizabeth Hoyt e eu até entendo isso, mas a escolha da modelo para compôr o quadro ficou muito estranha. O que tira o brilho é justamente essa imagem. Poderia ser uma tãaaao mais bonita! Vamos pesquisar mais em Arqueiro.

Eu não sei vocês mas toda vez que eu vejo essa capa eu lembro do Snape saindo do armário do bicho papão com as roupas da avó do Neville. Olha esse chapéu!! Minha nossa senhora, pra um romance escocês eu acho que não tem ABSOLUTAMENTE NADA A VER com a temática. Mas vou relevar porque Atraída por um Highlander consegue ser pior, acreditem.

É isso mon amoures. Fiquem à vontade para discordar ou não de mim, e deixem sua opinião sobre a pior capa de romance de época que você já viu.
E lembrando que tá rolando sorteio aqui no blog. Procure o link na sidebar e participe!

POSTADO POR MIRIÃ MIKAELY

Oi gente, tudo bem? Hoje o blog completa três anos de existência. Não são três dias, nem três meses, mas três anos! Muita coisa passou nesse meio tempo: mudei o nome e o layout do blog mais vezes do que seria recomendado, passei por muitas ressacas literárias, senti raiva da falta de criatividade (inclusive agora), sofri nas viagens loucas que eu fiz mas o blog continua firme e forte e eu espero que por muitos anos continue assim.

A cada ano vemos uma rede social aplacar mais ainda os usuários. Praticamente o instagram virou o novo facebook e o novo blogger, já que de lá a gente pode fazer tudo o que quiser. Mas ainda assim existem pessoas dispostas a fazer essa rede social e o mundo da blogosfera valer a pena e continuar existindo. Sem nossos leitores e visitantes isso aqui não seria nada, assim como o Capítulo Treze não seria nada sem os livros.

Desde sempre eu quis fazer algo voltado para o universo literário, até que chegou um momento que isso me cansou. Eu queria falar de mim também, queria que as pessoas me conhecessem melhor... mas eu percebi que o que eu amo de verdade é falar sobre livros, sobre esse universo louco que vira e mexe se expande e que, se Deus quiser, nunca vai acabar. Não dá pra correr daquilo que já está certo e isso aconteceu aqui também. Mudei de novo e assim surgiu o Capítulo Treze, mais um blog literário e ponto final.

Antes de mais nada, só queria agradecer por todo o apoio e carinho que o blog tem recebido em todos esses anos. Ás vezes estamos quase parando mas aí lá na frente a gente anima e volta com tudo de novo. Isso aqui é uma montanha russa de emoções e seria muito estranho se não fosse exatamente assim. Então aqui vai um agradecimento sincero a todas as blogueiras, leitoras, web designers e meus amigos que eu adoro por todo esse apoio foda que vocês sempre dão, seja curtindo, comentando ou até zoando um post meu.

E pra finalizar, eu confesso que tinha esquecido do aniversário do blog por causa de tanta coisa na minha cabeça, sendo assim eu não preparei nada além de um sorteio bem simples para vocês do livro Garotas Como Nós. Quem quiser concorrer ao exemplar, só precisa comentar o e-mail aqui embaixo e torcer. Farei o sorteio e divulgarei mais após depois do dia 21.
E claro não vou deixar de divulgar meu brechó! Pra quem tiver interesse em livros usados, você pode entrar no meu brechó e ver se algum livro lá te interessa. Aceitamos transferência bancária ou depósito e pagamento com cartão de crédito e débito também. O link é esse aqui.

É isso! Fiquem com Deus e muito obrigada ❤

POSTADO POR MIRIÃ MIKAELY


Oi gente, como vai? Tô andando um pouco sumida daqui porque as aulas vão começar amanhã e eu estava correndo com as coisas aqui em casa, mas se Deus quiser estaremos firme e forte mais pra frente. Como vocês sabem, estou num projeto de não comprar livros em um ano e vamos ao resumo de fevereiro.

Pode não parecer mas eu consegui não comprar nenhum livro, não pra mim ao menos. Eu comprei Perigo para um inglês para enviar para a ganhadora do sorteio do Natal Literário (que fazia tempos que eu tinha esquecido) e só. Não sei se isso entraria no saldo já que eu não fiquei com o livro. O que vocês acham?

Já vou dar um spoiler de Março e dizer que esse mês tá muito difícil de não comprar algo, mas isso já é história pra outro post...

Enquanto isso estamos indo bem!

POSTADO POR MIRIÃ MIKAELY

Oi gente. Como vai? Pra quem não tá sabendo, a Denise Flaibam fez um financiamento coletivo para a publicação física de dois livros dela, a duologia Fronteiras Artificiais. Pra ela conseguir isso, é necessário todo o apoio que nós pudermos dar neste momento seja com divulgação ou com a doação. Então sinta-se convidado a participar! O link é esse: clique aqui para ajudar com a campanha. 

As Coisas que Perdemos (Fronteiras Artificias; volume um)
O mundo acabou como uma tempestade. Primeiro houve o caos, e então o silêncio. A Morte se espalhou pelas ruas de todo o mundo. Morte, porque ela tomou a humanidade para si. O silêncio do fim foi substituído por uma orquestra de sons grotescos, pelo arrastar lento e caótico de corpos moribundos; pelos sons do medo.
O que antes regia a sociedade não existe mais. Tudo foi deixado para trás. Viva ou morra. Lute ou morra. Mate ou morra. Dylan ouviu falar sobre um lugar seguro. Lá, ela e Max podem ter uma nova chance. O garotinho de quem ainda está cuidando, mesmo quando tudo  acabou, é o seu gatilho para seguir em frente. Se não existe esperança, para que lutar?
As fronteiras artificias que marcam o fim do mundo trilham perigos e incertezas para aqueles que escolheram viver, e uma assustadora pergunta passará a comandar todos os movimentos dos que ainda resistem: até onde você irá para sobreviver?

Ontem dia 08/03 foi comemorado o Dia Internacional da Mulher, uma data importantíssima que trata da celebração de conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres ao longo dos anos. É clichê dizer que todo dia é dia da mulher, mas vale sempre ressaltar que todo dia é um dia de luta em busca de respeito e igualdade, e não cansaremos até conseguirmos isso.

Como eu não preparei nada referente ao dia, eu resolvi indicar ótimos posts daqui da blogosfera sobre essa data, até porque como a Gabs disse, a gente precisa consumir conteúdo de mulheres e também divulgá-los. 

Então se liga nesses links:


POSTADO POR MIRIÃ MIKAELY

O ano letivo começou e Greer ­MacDonald está se esforçando ao máximo para se adaptar ao colégio interno onde ela entrou como bolsista. O problema é que a STAGS, além de ser a escola mais antiga e tradicional da Inglaterra, é repleta de alunos ricos e privilegiados – tudo o que Greer não é.Para sua grande surpresa, um dia Greer recebe um cartão misterioso com apenas três palavras: “caça tiro pesca”. Trata-se de um convite para passar o feriado na propriedade de Henry de Warlencourt, o garoto mais bonito e popular do colégio... e líder dos medievais, o grupo de alunos que dita as regras.Greer se junta ao clã de Henry e a outros colegas escolhidos para o evento, mas esse conto de fadas não vai terminar da maneira que ela imagina. À medida que os três esportes se tornam mais sombrios e estranhos, Greer se dá conta de que os predadores estão à espreita... e eles querem sangue.Que a caçada comece!
Ficção, jovem adulto, suspense e mistério | 240 páginas | Editora Arqueiro 

Greer MacDonald é uma assassina.

Calma! Isso não é spoiler. É assim que começa a primeira linha de A Caça. Greer é uma garota bolsista que consegue entrar na STAGS, uma renomada e antiga escola de elite na Inglaterra. A escola é tão antiga que leva muito a sério as tradições, tudo é ultrapassado e as os alunos vivem como se estivessem na Idade Média.

Assim como toda escola, há uma hierarquia clássica e no topo de todos estão os medievais, três meninas e três meninos que são monitores da STAGS, privilegiados e ricos, que comandam a escola e seguem a ordem do maior deles: Henry de Warlencourt.

Todo ano, no feriado do Justitium, Henry e seus amigos convidam outros três alunos para passarem o final de semana na casa dele em Longcross Hall, praticando “caça tiro pesca”.

O que poderia se transformar em um meio rápido de Greer conseguir se enturmar e virar a próxima medieval, se torna um fim de semana mortal onde ela precisa descobrir uma forma de escapar antes que seja tarde demais.

Sendo bem sincera, eu não sabia bem o que esperar de A Caça, até porque o livro é um lançamento e é um suspense e como todos bem sabem, não é o meu estilo de leitura. Mas aceitei o desafio de ler a obra e apesar de não ter tantas expectativas, até que consegui me surpreender apesar de algumas ressalvas.

Greer é uma personagem de jovem adulto bem fácil de entendermos, mas não quer dizer que é fácil gostar dela. Vi a Alana do Pieces of Alana Gabriela comentar que a personagem é muito volátil e não tinha percebido isso até o meio da história. O fato da garota toda hora se deixar levar pelas manipulações de Henry estavam me dando uma dor de cabeça daquelas. Sabemos que tem algo errado e a própria personagem já percebeu isso, mesmo assim ela ainda consegue se deixar enganar porque não consegue controlar seus hormônios na frente de um menino bonito. É claro que isso me irritou muito e fez com que eu quisesse largar a leitura.

Outro ponto negativo é o começo lento. A narrativa da autora é gostosa e é em primeira pessoa, mas demora muito para se tornar interessante. Ela faz uma introdução grande e deixa as melhores cenas para o final, então se você estiver com muita expectativa para essa obra, melhor ir se aquietando um pouco. Tudo aqui acontece num ritmo mais devagar e isso pode frustrar alguns como me frustrou.

E o principal é que apesar do final ser bem surpreendente e bem interessante, não teve um bum que me fizesse entender porque o livro foi feito. Sabe quando você não entende o que o autor quer mostrar com a obra? A Caça é exatamente assim. Ele se fixa muito em tradições, coisa que os medievais se apegam muito na história e também fala sobre a influência da internet, mas não senti que foram temas que mereciam tanto aprofundamento. Não é como bullying, assédio ou algum trauma que precisa ser trabalhado. Senti que a autora queria desevolver um arco bem interessante mas não tinha embasamento pra isso e trouxe um bando de coisa irrelevante para a história acontecer.

Então, apesar do suspense e mistério que a gente encontra na obra, nada no livro é muito instigante. Perdemos muito com a protagonista que consegue dar nos nervos em alguns momentos e fica aquele questionamento sobre “tá, o livro é sobre isso, mas e o quê mais?”. É um livro mais lento e que consegue nos envolver mas é melhor ir sem muitas expectativas para quem estiver interessado em conhecer a obra.
POSTADO POR MIRIÃ MIKAELY

Fevereiro passou e com ele chegou a caixinha do Clube Skoob, lembrando que esta é minha última caixa já que eu cancelei minha assinatura em Janeiro devido ao projeto Um ano sem comprar livros. 

Não sei qual era o tema do mês de Fevereiro mas a caixinha chegou com algumas coisas bem diferentes, inclusive o botton que sempre vem tem a ver com malhação. Assim como veio uma barrinha de cereal super fitness (e não está vencida, amém).


Veio uma bolsa térmica do tema Skoob, mas confesso que eu não curti muito. Primeiro que eu nem uso um trem desses e segundo que o material é bem meia-boca, mas ao menos combina com o tema.


Veio também esses dois pins da Editora Arqueiro que inclusive eu amei. Já até coloquei na minha mochila. E se você acha que o livro que veio tem a ver com um dos pins, você está certíssimo! A caça é o mais novo lançamento da editora e pelo que eu já li, tem um pouco a ver com Meninas Malvadas e Jogos Vorazes. Ainda não vi nenhuma resenha da obra mas eu até que estou gostando apesar de nada de muito interessante ter acontecido. E reparem nesse marcador mega lindo que veio junto!


É isso beninas, espero que tenham gostado! Ficaram surpresas com os brindes? Eu até que gostei apesar de achar que não foram tãaaao interessantes assim haha

POSTADO POR MIRIÃ MIKAELY 

Hello, gente! Como vai? Curtindo bastante o Carnaval? Aqui choveu tanto que desanimei total, nem dá pra curtir muito porque o tempo não tem colaborado. Enfim, vamos ao resumo do mês!

Fevereiro foi um mês muito curtinho mas senti que estava demorando pra passar, Deus o livre. Depois que teve a festa de 15 anos da minha irmã consegui me voltar totalmente para as leituras, apesar do TCC estar batendo a minha porta e eu fingindo que não... Também peguei muitos livros bem legais de new adult e jovem adulto para ler, então esperem mais resenhas desse gênero aqui.

Eu li no total 8 livros, um a mais do que o mês passado. Eu ainda considero pouco mas pelo visto as coisas irão continuar com esse ritmo devido as obrigações com a faculdade que estão pra chegar. Você pode ler as resenhas clicando nas capas dos livros.

Mais do que palavras podem dizer poderia ter sido melhor, senti que o livro ficou muito pesado por causa da intensidade dos personagens. Gostei só não foi melhor que o primeiro.

Na porta da frente conseguiu ser melhor que o primeiro livro porque o Rafa é um personagem bem mais interessante que o Kaiary. O problema é que a autora se estende demais e a obra se torna cansativa.

The Risk tem um começo lento que fez com que eu não me envolvesse tão prontamente com os personagens, mas eu adorei!

The Chase foi praticamente um instalove pra mim. Eu amei demais essa história e não vejo a hora de conferir os demais livros da série.

A Carona é um nacional bem fofinho que eu não pude deixar de amar. Indico porque é romântico e bem curtinho.

No quarto ao lado foi bem legal de acompanhar mas também sofre do excesso de páginas.

Adoro livros românticos e Um dia em Dezembro não decepcionou neste quesito, só que a enrola pros personagens ficarem juntos cansa um pouco.

Áries é um livro com personagens bem divertidos mas peca pelo excesso de cenas eróticas.

É isso meninos! O que vocês leram esse mês? Algum livro parecido com esses que li?

POSTADO POR MIRIÃ MIKAELY